Produzido por um estúdio de visualização de dados, o site Carbon Map foi originalmente criado para participar de uma competição do Banco Mundial de aplicativos sobre as mudanças climáticas.
Recentemente atualizado para o jornal britânico The Guardian, o site traz um mapa mundial que pode ser editado pelo internauta. O objetivo é distorcer as áreas dos países de modo a retratar a contribuição de cada um deles para as emissões de dióxido de carbono - CO2.
O mapa acima retrata a área dos países na mesma proporção da quantidade de emissões de CO2, caso as reservas recuperáveis de combustíveis fósseis de cada um deles fossem completamente utilizadas.
O ano de referência para a estimativa das reservas é 2013. O país com as maiores reservas é os Estados Unidos, seguidos pela Venezuela, a Rússia, o Canadá e a China. O conjunto de países do Oriente Médio também se destaca.
Há uma grande quantidade de países com reservas menores, mas cujo potencial de emissões também seria significativo. Exemplos são a Austrália, a Índia e o Cazaquistão.
O mapa acima retrata a área dos países na mesma proporção da quantidade de emissões de CO2, caso as reservas recuperáveis de combustíveis fósseis de cada um deles fossem completamente utilizadas.
O ano de referência para a estimativa das reservas é 2013. O país com as maiores reservas é os Estados Unidos, seguidos pela Venezuela, a Rússia, o Canadá e a China. O conjunto de países do Oriente Médio também se destaca.
Há uma grande quantidade de países com reservas menores, mas cujo potencial de emissões também seria significativo. Exemplos são a Austrália, a Índia e o Cazaquistão.
Fonte: Carbonmap
