Gráfico das emissões do Amapá
O gráfico acima apresenta o inventário das emissões brutas de gases de efeito estufa do estado do Amapá entre os anos de 1990 e 2016. Os dados incluem as emissões de todos as fontes consideradas no inventário oficial elaborado pelo governo brasileiro.
O órgão responsável pela elaboração do inventário é o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação - MCTI -, que coordena a implementação da Convenção sobre Mudanças Climáticas no país.
As fontes de emissão brasileira se concentram em dois setores interligados: a agropecuária, indicada na cor amarela, e a mudança de uso da terra e floresta, de cor verde.
No caso do estado do Amapá, os anos de 1990 e 1991 registraram as mais altas emissões ao longo do período analisado. O pico se deu em 1991, somando cerca de 24,5 milhões de toneladas de CO2 equivalente. A causa esteve ligada às mudanças de uso da terra e desmatamento da floresta.
A partir de 1992, as emissões do estado caíram dramaticamente, mantendo-se baixas até 2003. Daí até 2008 as emissões voltaram a subir, impulsionadas mais uma vez por mudanças de uso da terra e floresta.
Na última década, as emissões totais do estado reverteram a tendência e reduziram consistentemente. Em 2016, elas foram de quase 3 milhões de toneladas de CO2 equivalente. Isso faz do Amapá o estado brasileiro com as menores emissões de gases de efeito estufa.
Gráfico: SEEG
