A geleira de Vavilov fica localizada na região do Ártico do norte da Rússia. Acreditava-se que as geleiras respondiam lentamente ao aquecimento global e às mudanças climáticas. O colapso de Vavilov veio desafiar essa suposição.
Em 1996, o gelo da geleira de Vacilov se deslocava em direção ao mar de Kara a uma velocidade de 20 metros por ano. Levantamentos de satélite mostram que, em 2013, o fluxo do gelo na área próxima ao ponto em que a calota terminava no mar havia subido para 1 metro por dia.
A velocidade subiu para 25 metros por dia no final de 2015, quando a espessura da calota caiu a taxas de 0,3 metros por dia. Manteve-se em taxas aceleradas também em 2016.
Durante as três décadas anteriores a 2015, a geleira de Vavilov ficou poucos metros mais fina, avançou cerca de 2 quilômetros mar adentro e perdeu um volume de aproximadamente 1,2 km3. Em 2015 e 2016, ela avançou quatro quilômetros em direção ao mar, sua espessura caiu em cerca de 100 metros, e o volume de gelo perdido foi de aproximadamente 4,5 km3.
O foi inesperado porque a expectativa de muitos cientistas era de que geleiras e calotas de gelo que ficam assentadas em rocha acima do nível do mar, como Vavilov, responderiam lentamente ao aquecimento. Agora se observou uma evidência de que a retração pode se acelerar dramaticamente.
As mudanças em Vavilov são provavelmente irreversíveis em um mundo mais quente. E o mesmo fenômeno de aceleração poderá ocorrer em outras regiões.
Fonte: CIRES
Imagem: A. Glazovsky
Durante as três décadas anteriores a 2015, a geleira de Vavilov ficou poucos metros mais fina, avançou cerca de 2 quilômetros mar adentro e perdeu um volume de aproximadamente 1,2 km3. Em 2015 e 2016, ela avançou quatro quilômetros em direção ao mar, sua espessura caiu em cerca de 100 metros, e o volume de gelo perdido foi de aproximadamente 4,5 km3.
O foi inesperado porque a expectativa de muitos cientistas era de que geleiras e calotas de gelo que ficam assentadas em rocha acima do nível do mar, como Vavilov, responderiam lentamente ao aquecimento. Agora se observou uma evidência de que a retração pode se acelerar dramaticamente.
As mudanças em Vavilov são provavelmente irreversíveis em um mundo mais quente. E o mesmo fenômeno de aceleração poderá ocorrer em outras regiões.
Fonte: CIRES
Imagem: A. Glazovsky
